terça-feira, 3 de novembro de 2009

WORKSHOP POMPOARISMO e ARTE DA SEDUÇÃO LISBOA 8 NOVEMBRO

É já no próximo fim de semana que se vai realizar em Lisboa na HUG , dois workshops destinados às mulheres. Não vamos faltar, pois não?

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

AS FOTOS e ENTREVISTA NO CONSULTORIO do SALÃO EROTICO 09

SEXO TABU também no SALÃO EROTICO

FIM-DE-SEMANA SALÃO ERÓTICO LISBOA

Foto retirada pelo meu amigo simpático Fernando Alvim
Mil casais passaram pela área swinger do Salão Erótico durante os três dias do evento que ontem terminou. "Só no sábado recebemos 400 casais e nos três dias cerca de mil. É um fenómeno a crescer muito em Portugal. Estive cá há dois anos e as coisas evoluíram muito", revelou ao CM o espanhol Pepe Cera, director da revista ‘Gente Libre’, que este ano explorou o espaço dedicado à troca de casais no salão de Lisboa. O espaço tem um bar, uma cama de dossel ao centro e oito mesas à volta. A entrada custava dois euros por casal. 'Existe muita curiosidade em relação ao swing', confirma ao CM a sexóloga Vânia Beliz, que deu consultas no Salão Erótico e ficou impressionada com as 'filas enormes' para entrar na área swinger. 'Não é bem como um bar, porque no Salão Erótico há mais coisas para ver e as pessoas ficam menos tempo. Mas vi muita gente a conhecer-se e a trocar contactos', disse Pepe Cera. Ontem, no último dia do Salão, a afluência do público foi grande. A zona dedicada ao sadomasoquismo teve muitos curiosos a verem o tratamento a que um homem de meia--idade era sujeito no palco. E enquanto nos palcos de strip todos queriam estar o mais perto possível da acção, no de sadomasoquismo os visitantes ficavam a uma respeitável distância. A organização tinha estipulado como objectivo atingir os 20 mil visitantes, mas a marca foi ultrapassada. 'O balanço é muito positivo', disse ao CM o coordenador do salão, Pepe Vottero, reconhecendo contudo que 'devido à crise a oferta de conteúdos foi mais curta, em especial a nível de sex-shops'. Vottero garante que o Salão Erótico 'regressa em 2010 com mais conteúdos e variedade'.
ANDAM TODOS À PROCURA DO ORGASMO PERFEITO': VÂNIA BELIZ, SEXÓLOGA
Correio da Manhã – Houve muita gente a recorrer ao seu consultório no salão erótico?
Vânia Beliz – Sim, muita gente, principalmente casais, pessoas que vêm à procura de quebrar a rotina. Há também muitos casais curiosos em relação ao swing, a experiências com outras pessoas.
– Há quem a consulte só para obter informação?
– Sim. Muitos compram produtos nas sex-shops que há no salão e vêm aqui aconselhar-se. Por exemplo, uma senhora quis saber como funciona o preservativo feminino.
– De que se queixam mais os homens?
– Estão muito preocupados com a ejaculação rápida, querem dicas para prolongar a erecção e queixam-se da falta de desejo sexual das mulheres. Hoje há uma pressão muito grande sobre os homens, as mulheres estão muito exigentes. Tenho pacientes de 30 anos a usar viagra.
– E as mulheres?
– Queixam-se de falta de desejo sexual e da dificuldade em ter orgasmos. O timing das mulheres é muito diferente do dos homens. O problema é que as pessoas andam todas à procura do orgasmo perfeito e exploram-se pouco.
– Que conselhos dá?
– Temos de investir mais na fantasia e nos preliminares. Eu acho que fantasiamos pouco, o nosso imaginário erótico é muito pobre. Os casais banalizam o sexo como um acto mecânico.
– Isso acontece mais nos casais com filhos?
– Sim. Um bebé muda a vida de um casal e muitos não estão preparados. É frequente os homens dizerem que a mulher nunca mais teve desejo depois de nascer o bebé.
– A crise económica afectou a vida sexual das pessoas?
– Sim, a crise também já chegou à cama e muitas vezes os problemas que gera funcionam como uma autêntica machadada no desejo sexual. VER MAIS AQUI

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

SUGESTÃO Hoje só me apetece dançar...

Quase de partida para mais um Salão Erótico é dificil não me deixar contagiar e hoje...
A arte de seduzir Stripteuse desperta o erotismo numa dança sensual que esconde e revela detalhes dum corpo que joga subtilmente a provocar.
Cada caixa recria um cenário único onde o desejo e a sensualidade impregnam o corpo desnudo de elegância.
Cria o ambiente perfeito para a dança mais sensual. Conteúdos: Tapa mamilos de brilhantes, encharpe de penas, CD de música, liga acetinada e notas do desejo. Vende-se aqui

Eva reconheceu estar a procurar novos limites sensoriais no amor

Eva Longoria, a popular actriz de Donas de Casa Desesperadas revelou, à Rolling Stone que pretende levar o amor a ‘prazeres’ mais intensos, com a prática de Yoga ‘orgásmico’: Os alongamentos, as posturas, posições e respirações são muito, muito sensuais.
Eva pretende, igualmente, melhorar a vida sexual das suas amigas, com ofertas originais:
- Comprei o meu primeiro brinquedo sexual há três anos e tenho pena de não ter descoberto mais cedo. Agora ofereço sempre às minhas amigas que ficam loucas quando desembrulham os presentes.
E você do que é que está à espra para comprar o seu? veja todas as novidades AQUI

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

MESTRE JOÃO CUTILEIRO

Foi um dia maravilhoso,aquele final de tarde quente no Alentejo em que conheci o Mestre João Cutileiro, uma pessoa com um talento admirável e uma capacidade única de falar sobre o poder e essência das mulheres.
Deu vontade ficar lá, olhar sem tempo para todos os seus trabalhos que cobrem todas as paredes. Sem dúvida um dos dias que nunca esquecerei.
(foi pena uns nervitos à mistura) A minha colaboração na SABADO ON LINE

Depois da petição para oficializar o Dia do Solteiro, fomos saber como é ir ao restaurante ou ao cinema sozinho

Reportagem do I
"Gosto da vida que levo e não tenho intenção de mudá-la. Não tenho crises de solidão, nem nada disso." Quem o diz é Fernando Alvim, de 35 anos, solteiro e feliz, muito obrigado. "Casar, constituir família e viver feliz para sempre, não faz parte do meu ideal de vida. Só tenho vontade de me casar quando vou a casamentos, mas no dia a seguir passa-me logo!"
Ser solteiro implica estar sozinho mas pode não ser sinónimo de solidão. Nem de infelicidade. Há até quem queira oficializar o Dia do Solteiro, já celebrado em vários países (a 29 de Setembro), e neste momento estão a ser recolhidas assinaturas para entregar a petição na Assembleia da República (speedparty.net).
Segundo Vânia Beliz, sexóloga, "as pessoas que têm dificuldade em estar sós, normalmente por trás está sempre uma carência emocional ou uma auto-estima muito frágil. Não devemos depender de outra pessoa para sermos mais felizes connosco mesmos."
Mais vale só... Ana Gomes tem 21 anos e está sozinha há um ano e não depende de ninguém para fazer o que lhe apetece: "Vou ao cinema sozinha, ao teatro, a exposições e até já viajei sozinha. Não deixo de fazer o que gosto só por não ter companhia." E nem a estranheza social de ver uma pessoa sozinha, a abala. "Quando fui marcar a viagem o senhor da agência só me perguntava se não arranjava mesmo ninguém para ir comigo porque saía mais barato!"
André Paiva, de 29 anos, também não se coíbe de fazer tudo o que gosta, até de sair à noite: "Se me apetece sair, saio, até porque acabo sempre por encontrar alguém." Apesar de não querer ser solteiro para sempre, vê neste estilo de vida algumas virtudes. "Em termos sociais o dia-a-dia acaba por ser mais preenchido quando somos solteiros. Há mais disponibilidade para aceitar convites e a minha vida rege-se apenas por mim."
Já Mariana Durão, de 22 anos, solteira mas "sozinha não", ainda não arranjou coragem para depender apenas de si própria: "Não gosto de ir ao cinema sozinha, nem a exposições, nem a lado nenhum. Para mim essas actividades têm um carácter social e de diversão, pelo que implicam companhia. Prefiro adiar e esperar que alguém esteja disponível para me acompanhar." Fernando Alvim vai pelo mesmo caminho: "Invejo muito as pessoas que conseguem fazer coisas sozinhas. Eu sou incapaz, por exemplo, de ir ao cinema sozinho. Dentro de casa gosto de estar sozinho, mas quando saio preciso de companhia." Sozinhos em casa "Existe muito preconceito em relação a mulheres que optam por viver sozinhas. Há muitas famílias que não aceitam a decisão das mulheres saírem de casa para terem uma vida independente. Neste momento acompanho uma senhora que vê a sua felicidade muito limitada porque o pai diz que ela saiu de casa para ter uma vida leviana, uma vez que não tem um relacionamento estável." Vânia Beliz acrescenta: "Quando vão viver sós, são muitas vezes bombardeadas e acusadas de não quererem ter responsabilidades familiares."
Ana Luísa Nogueira saiu de casa aos 18 anos para viver sozinha. Hoje, com 35 continua a ser dona e senhora do seu espaço: "Eu necessito de espaço e tempo sozinha. Gosto de gerir meu tempo e minha desarrumação. Acredito que duas pessoas possam encontrar equilíbrio a partilhar o mesmoe espaço, mas eu ainda não consegui. Odeio ter de dividir a casa de banho todos os dias. Odeio ter que pensar o que outra pessoa gostaria de comer em determinado dia."
Alvim já viveu dois anos e meio com uma namorada. A experiência foi boa, mas melhor é ter a casa só para si: "Não há coisas más em viver sozinho. Não há pressões, nem horários, não há satisfações a dar. E viver sozinho não é sinónimo de falência emocional. Vou tendo relacionamentos, claro, mas viver com alguém, não."
Viajar a sós Para Gonçalo Cadilhe, não há outra forma de viajar. Nestas andanças solitárias desde 1991, não troca a solidão por grupo nenhum. "Só assim conseguimos entrar noutras culturas, conhecer outras pessoas. Num grupo, temos tendência a fechar-nos e um viajante solitário acaba por suscitar a curiosidade dos povos por onde se passa, o que nos dá oportunidade de conhecer muita gente."
Ana Luísa Nogueira também não se importa nada de viajar sozinha, "principalmente para cidades com vida."
Ana Gomes queria viajar, tinha quatro dias de férias e nem um amigo disponível. Num impulso, decidiu: "Vou sozinha para a Hungria. E foi tranquilo, não me senti angustiada nem sofri de solidão. Claro que quis partilhar a experiência, mas nada que um telefonema ou uma mensagem não tivesse resolvido."